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| Cacau de Brito é homenageado com o Colar do Mérito do Judiciário

Postado dia 19/02/2019



O advogado Carlos Alberto Cacau de Brito, um dos sócios do escritório Peixinho, Cacau e Pires Consultores e Advogados, foi um dos 37 agraciados com o Colar do Mérito Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJRJ), no Dia da Justiça, comemorado no dia 8 de dezembro passado, na corte fluminense. O Colar do Mérito Judiciário é a mais alta honraria da Justiça fluminense. Foi instituído em 2 de dezembro de 1974.

Cacau de Brito, bacharel em direito pela Universidade Gama Filho, exerceu a função de Coordenador-geral do Procon-RJ. Cacau é reconhecido também por grande atuação em defesa dos direitos fundamentais. O advogado é autor do livro "Sem meias palavras".


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| Escritório

Postado dia 15/02/2019



O advogado Cacau de Brito, sócio do escritório Peixinho, Cacau e Pires, foi recebido pelo Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, acompanhado do Vereador Carlos Eduardo e o Desembargador FABIO Dutra.


Receita Federal

| Escritório

Postado dia 04/12/2015



Foi publicada hoje, 03/07/2015, a Instrução Normativa (IN) nº 1571/2015 que dispõe sobre a obrigatoriedade de prestação de informações relativas às operações financeiras de interesse da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB). As informações deverão ser prestadas mediante apresentação da e-Financeira, formada por um conjunto de arquivos digitais referentes a cadastro, abertura, fechamento e auxiliares, e pelo módulo de operações financeiras.

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Dissolução irregular da empresa não é suficiente para desconsideração da personalidade jurídica

| Mídia

Postado dia 04/12/2015



Meros indícios de encerramento irregular da sociedade aliados à inexistência de bens para cobrir a execução não constituem motivos suficientes para a desconsideração da personalidade jurídica. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O relator, ministro Villas Bôas Cueva, ponderou que a desconsideração da personalidade jurídica é medida excepcional, que visa reprimir atos fraudulentos. Por meio dela, afasta-se a autonomia patrimonial da empresa sempre que ela for manipulada de forma fraudulenta ou abusiva com o objetivo de frustrar credores.

O magistrado destacou que, conforme prevê o artigo 50 do Código Civil, deve ser apontada a prática pelos sócios de atos intencionais de desvio de finalidade com o propósito de fraudar terceiros ou de confusão patrimonial, manifestada pela inexistência de separação entre o patrimônio do sócio e o da sociedade executada.

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Destaque | Notas

CONFIRA! Já está disponível para venda no site www.forumdacidadania.com.br o Livro "SEM MEIAS PALAVRAS" escrito por Cacau de Brito.

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